sábado, 13 de abril de 2013

Fundamentos de Fotografia para Publicidade e Propaganda: Trabalho Briefing Brahma

Foto escolhida do Local: Sgt. Pepper's


Foto pigmentada:



Arte final:



Fundamentos de Fotografia para Publicidade e Propaganda:
Aula 03 - 22.03.2013


Objetivas > Zoom:

Distancia focal variável, ótima para fotos de pessoas, reportagens, close de rostos, detalhes e efeito de foco seletivo. 
Ex: 17-35 mm, 28-90 mm, 80-200 mm, 75-300 mm.
Zoom ótico movimenta o sistema de lentes da objetiva aproximando o assunto a ser fotografado. Aproveita toda a imagem projetada no CCD.

Macro:

Ideal para fotos a curta distancia, aumenta o tamanho real da imagem, ideal para biologia, medicina, odontologia e pesquisa.
Ex: 55 micro, 60 micro, 85 macro, lentes de closeup, tubos de extensão e foles de aproximação.

Fator de Corte:

Nas câmeras reflex digitais o sensor é menor que o filme 35 mm. O angulo visto pela câmera digital é menor que o angulo visto pela câmera convencional. É o chamado fator de corte.

Fotografia Digital > Imagem Digital:

É formada por pixels, do inglês. Pictures Elements. Uma imagem digital pode ser produzido de três formas: por um software, através do escaneamento de uma imagem e com uma câmera digital.

Fotografia Digital:

É uma imagem feita por uma câmera fotográfica digital, é produzida por um sensor eletrônico colocado no plano focal, onde as imagens são formadas nas câmeras convencionais. Os sensores para as câmeras digitais são dois: charge - coupled - device CCD, mais usados e de melhor qualidade e o CMOS, mais simples e de produção mais barata.

Pixel:

São pequenos pontos que compõem uma imagem digital. Os pixels são dispostos em fileiras e colunas no CCD, que conectados formam a imagem.

Resolução:

É a quantidade de pixels que uma imagem digital tem por polegadas (medida mais difundida no mercado). Quanto mais alta a resolução de uma imagem, mais qualidade era terá para impressão.

Resolução Câmera:

É também conhecido como resolução sensor digital, o número caracteriza o equipamento.

Resolução x Qualidade de imagem:

DPI: pontos por polegada. 300 DPI significa 300 pixels por polegada.

Formatos:

JPEG: É um tipo de formato de imagem digital que permite uma variedade grande compactação, 12 níveis, quanto maior a compactação, menor a qualidade. Este é o formato mais comum nas câmeras digitais.

RAW: Corresponde a dados conforme eles vem diretamente do CCD, sem a realização do processamento na câmera.

TIFF: arquivo de imagem comum entre o meio de edição profissional de imagem. Tem a vantagem de permitir a compactação sem perda de qualidade, oposto do JPEG. Gera arquivos de tamanho muito grande para envio.

Compressão de Arquivos:

É o processo no qual se reduz o tamanho do arquivo em bytes.

Sensibilidade:

Capacidade de resposta do filme a uma determinada quantidade de luz. Quantidade mínima de luz necessária para gravar uma imagem. Quanto maior o tamanho do cristal, maior a sensibilidade do filme. Menor o tamanho , menor a sensibilidade.

ISO: 100 a 6000

Granulação:

É uma característica diretamente ligada a sensibilidade. O Tamanho dos grãos produzidos aumentam com a sensibilidade do filme.

Iluminação:

A fonte de luz pode incidir de duas formas e, consequentemente, com dois resultados diferentes: Luz direta > produz sombras duras. Luz rebatida > sombras medias. Luz difusa > sombras suaves. Em relação a direção da luz, pode ser: frontal, lateral e contra-luz.

Frontal: Ilumina o assunto de frente, eliminando relevos e texturas.
Lateral: Ilumina o assunto lateralmente em 45 ou 90 graus, dividindo o assunto em duas áreas, claras e suavemente mais escura. Realça volumes e textura.
Contra-luz: Ilumina o assunto por trás formando uma silhueta. Dependendo da posição dentro do estúdio, as luzes são denominadas: luz principal (luz mais forte), luz de enchimento (metade da potencia da principal), luz delineadora (colocada na lateral do corpo e ou no cabelo para definir o limite entre modelo e fundo), luz de fundo (deve ser igual a luz principal, mas será rebatida no fundo).

Velocidade de sincronismo:

Antes de disparar o flash e regular a abertura, ajuste a velocidade do obturador para o sincronismo, marcada em outra cor na escala, ou indicada por um raio ou um x. A velocidade de sincronismo ajusta a abertura de janela do obturador com emissão da luz do flash. Dependendo do modelo da máquina, esta velocidade é 1/60, 1/125, 1/250. Pode usar velocidades menores, mas nunca maiores, pois neste caso o fotograma será exposto parcialmente.

Foco:

Enfatiza melhor um elemento da fotografia sobre os demais, selecionando-o como ponto de maior nitidez dentro do quadro.

Movimento:

Captar ou não o movimento do sujeito é também escolha do fotógrafo. Um assunto é realçado quando a sua ação é registrada em movimento, ou o movimento é o principal elemento.

Textura:

Fornece ideia de substancia, densidade e tato. Pode ser vista isoladamente, depende do angulo, dos cortes e da luz.

 





sábado, 16 de março de 2013

Fundamentos de Fotografia para Publicidade e Propaganda:
Aula 02 - 08.03.2013

A fotografia foi apresentada ao mundo em 19 de agosto de 1839 e é resultado do trabalho de dois franceses: Louis Jacques Mandé Daguerre e Joseph Nicéphor Niépce.
A Fotografia é um fenômeno físico - químico usada para fixar imagens.
A luz cria sombras e altas - luzes, e é isto que revela a forma espacial, as cores, o tom, a textura e o desenho.
Luz é uma onda eletromagnética visível pelo olho humano e captada pelos filmes fotográficos.
Os comprimentos de ondas entre 400 e 700 nanômetros.
Os Tipos de luz: luz natural e luz artificial.

A Câmera Fotográfica:

A luz entra por um orifício e forma uma imagem invertida e de cabeça pra baixo no filme/CCD.
Um espelho desvia a luz para o prisma que conduz a imagem para o olho.
A câmera se divide em 3 partes fundamentais: corpo ou câmera escura, visor ou ocular e objetiva.
O rádio de cima da câmera que é o transmissor que vai pro receptor.
Fotografar em AI na publicidade é ter a qualidade máxima. Alta qualidade.

One-Shot:

Este é o modo que grande parte dos fotógrafos utilizam em seu dia a dia de trabalho. É para fotos paradas.

Al Servo:

O modo AL-SERVO ou CONTINUOUS FOCUS (foco contínuo), é usado para motivos em movimentos. 

Al Focus:

Este modo é uma junção dos dois acimas.
A câmera irá automaticamente selecionar o modo de auto-focus que irá se utilizar, revezando entre ONE-SHOT e AL-SERVO, de acordo com a necessidade da cena.
Caso a câmera perceba o objeto em movimento, ela automaticamente irá usar o modo AL-SERVO e caso ela perceba que o objeto se encontre estático, da mesma forma ela irá utilizar o modo ONE-SHOT. 

Visor ou Ocular:

Permite o fotógrafo compor a imagem antes de fotografar.

A câmera fotográfica pode ser classificada pelo formato, filme que utiliza ou pelo tipo visor que emprega.

Grande Formato: 

- Utilizam chapas 4x5 ou 8x10 polegadas (10x12 e 20x25)
- Largamente usadas em publicidade

Formato Médio:

- Rolo de 120. Formatos: 6x4.5, 6x6, 6x9, 6x12, 6x17
- Também usado na publicidade
- Tem visor reflex ou direto

Pequeno Formato:

- Formato que utiliza filme em magazines de 135, normalmente 35 mm
- Livres e rápidas
- Variada gama de acessórios e objetos
- Utilizadas em jornalismo, fotografia social, científica, ambiental e etc.
- Mais usada, mais barata.




terça-feira, 12 de março de 2013

A História da Fotografia:
A luz, por onde tudo começou

Para que possamos compreender o fenômeno da fotografia, é necessário conhecer algumas propriedades físicas da luz. A luz é uma forma de energia eletromagnética radiante, à qual nossos olhos são sensíveis. A maneira como a vemos e como a fotografamos é diretamente afetada por duas importantes características da luz: ela viaja em linha reta e a uma velocidade constante. A luzpode ser refletida, absorvida e transmitida.

A luz, por onde tudo começouQuando a luz é refletida por um objeto, se propaga em todas as direções.

O orifício de uma câmara escura, quando diante desse objeto, deixará passar para o interior alguns desses raios que irão se projetar na parede branca. E como cada ponto iluminado do objeto reflete assim os raios de luz, temos então uma projeção da sua imagem, só que de forma invertida e de cabeça para baixo.

Como cada ponto do objeto corresponde a um disco luminoso, a imagem formada possui pouca nitidez e, a partir do momento em que se substitui à parede branca pelo pergaminho de desenho, esta falta de definição passou a ser um grande problema para os artistas que pretendiam usar a câmara escura na pintura. 
A História da Fotografia:
A câmera escura, o princípio da fotografia

A câmera escura, o princípio da fotografiaA fotografia não tem um único inventor. Ela é uma síntese de várias observações e inventos em momentos distintos. A primeira descoberta importante para a photographia foi a "câmara obscura". O conhecimento de seus princípios óticos se atribui a Aristóteles, anos antes de Cristo, e seu uso para observação de eclipses e ajuda ao desenho, a Giovanni Baptista Della Porta.

Sentado sob uma árvore, Aristóteles observou a imagem do sol, durante um eclipse parcial, projetando-se no solo em forma de meia lua quando seus raios passarem por um pequeno orifício entre as folhas. Observou também que quanto menor fosse o orifício, mais nítida era a imagem.

Séculos de ignorância e superstições ocuparam a Europa, sendo os conhecimentos gregos resguardados no oriente. Um erudito árabe, Alhazem, descreveu a câmara escura em princípios do século XI.

A câmera escura, o princípio da fotografiaNo século XIV já se aconselhava o uso da câmara escura como auxílio ao desenho e à pintura. Leonardo da Vinci fez uma descrição da câmara escura em seu livro de notas, mas não foi publicado até 1797. Giovanni Baptista Della Porta, cientista napolitano, publicou em 1558 uma descrição detalhada da câmara e de seus usos. Esta câmara era um quarto estanque à luz, possuía um orifício de um lado e a parede à sua frente pintada de branco. Quando um objeto era posto diante do orifício, do lado de fora do compartimento, sua imagem era projetada invertida sobre a parede branca.

Alguns, na tentativa de melhorar a qualidade da imagem projetada, diminuíam o tamanho do orifício, mas a imagem escurecia proporcionalmente, tornando-se quase impossível ao artista identificá-la.

Este problema foi resolvido em 1550 pelo físico milanês Girolamo Cardano, que sugeriu o uso de uma lente biconvexa junto ao orifício, permitindo desse modo aumentá-lo, para se obter uma imagem clara sem perder a nitidez.
A câmera escura, o princípio da fotografia
Isto foi possível graças à capacidade de refração do vidro, que tornava convergentes os raios luminosos refletidos pelo objeto. Assim, a lente fazia com que a cada ponto luminoso do objeto correspondesse um pequeno ponto de imagem, formando-se assim, ponto por ponto da luz refletida do objeto, uma imagem puntiforme.

Desse modo, o uso da câmara escura se difundiu entre os artistas e intelectuais da época, que logo perceberam a impossibilidade de se obter nitidamente a imagem, quando os objetos captados pelo visor estivessem a diferentes distâncias da lente. Ou se focalizava o objeto mais próximo, variando a distância da lente / visor (foco), deixando todo o mais distante desfocado, ou vice-versa. Danielo Brabaro, em 1568, no seu livro "A prática da perspectiva" mencionava que variando o diâmetro do orifício, era possível melhorar a nitidez da imagem. Assim, outro aprimoramento na câmara escura apareceu: foi instalado um sistema, junto com a lente, que permitia aumentar e diminuir o orifício. Este foi o primeiro "diaphragma".

A câmera escura, o princípio da fotografiaQuanto mais fechado o orifício, maior era a possibilidade de focalizar dois objetos a distâncias diferentes da lente.

Nesta altura, já tínhamos condições de formar uma imagem satisfatoriamente controlável na câmara escura, mas gravar essa imagem diretamente sobre o papel sem intermédio do artista era a nova meta, só alcançada mais tarde com o desenvolvimento da química. 
A História da Fotografia:
A química, em auxílio à fotografia

Em 1604, o cientista italiano Angelo Sala, observou que certo composto de prata se escurecia quando exposto ao sol. Acreditava-se que o calor era o responsável.

Em 1727, o professor de anatomia Johann Schulze, da universidade alemã de Altdorf, notou que um vidro que continha ácido nítrico, prata e gesso se escurecia quando exposto à luz proveniente de uma janela. Por eliminação, ele demonstrou que os cristais de prata halógena, ao receberem luz, e não o calor como se supunha, se transformavam em prata metálica negra. Como suas observações foram acidentais e não tinham utilidade prática na época, Schulze cedeu suas descobertas à Academia Imperial de Nuremberg.

Em 1802, Sir Humphrey Davy publicou uma descrição do êxito de Thomas Wedgewood na impressão de silhuetas de folhas e vegetais sobre couro. Thomas, o filho mais moço de Josiah Wedgewood, o famosos ceramista inglês, estando familiarizado com o processo de Schulze, obteve essas imagens mediante a ação da luz sobre o couro branco impregnado de nitrato de prata. Mas Wedgewood não conseguiu "fixar" essas imagens, isto é, eliminar o nitrato de prata que não havia sido exposto e transformado em prata metálica, pois apesar de bem lavadas e envernizadas, elas se escureciam quando expostas à luz.

A câmara escura também era do conhecimento da família de Wedgewood. Josiah a usava constantemente para desenhar casas de campo e copiar seus desenhos nas suas famosas porcelanas. No entanto, seu filho não chegou a obter imagens impressas com o auxílio da câmara escura devido à sua morte prematura, aos 34 anos.

Aos 40 anos, Nicéphore Niépce se retirou do exército francês para dedicar-se a inventos técnicos, graças à fortuna que sua família havia feito com a revolução. Nesta época, a litografia era muito popular na França e, como Niépce não tinha habilidade para o desenho, tentou obter através da câmara escura uma imagem permanente sobre o material litográfico de imprensa. Recobriu um papel com cloreto de prata e expôs durante várias horas na câmara escura, obtendo uma fraca imagem parcialmente fixada com ácido nítrico. Como essas imagens eram negativas e Niépce queria imagens positivas que pudessem ser utilizadas como placas de impressão, determinou-se a realizar novas tentativas.

Após alguns anos, Niépce recobriu uma placa de metal com betume branco da judéia, que tinha a propriedade de se endurecer quando atingido pela luz.

A química, em auxílio à fotografiaNas partes não afetadas, o betume era retirado com uma solução de essência de alfazema. Em 1826, expondo uma dessas placas durante aproximadamente 8 horas na sua câmara escura, conseguiu uma imagem do quintal de sua casa.

Apesar dessa imagem não ter meios tons e não servir para litografia, todas as autoridades na matéria a consideram a primeira fotografia permanente do mundo. Esse processo foi batizado por Niépce de "HELIOGRAFIA", gravura com a luz solar.

Foi através dos irmãos Chevalier, famosos ópticos de Paris, que Niépce entrou em contato com outro entusiasta que procurava obter imagens impressionadas quimicamente: Louis Jacques Mandé Daguerre. Este, durante alguns anos, causara sensação em Paris com o seu "Diorama", um espetáculo composto por enormes painéis translúcidos pintados por intermédio da câmara escura, que produziam efeitos visuais (fusão, trimensionalidade) através de iluminação controlada no verso destes painéis.

Niépce e Daguerre durante algum tempo mantiveram correspondência sobre seus trabalhos. Em 1829 firmaram uma sociedade com o propósito de aperfeiçoar a Heliografia, compartilhando seus conhecimentos secretos. 
Louis Jacques Mandé Daguerre

Louis Jacques
Mandé Daguerre
Daguerre, ao perceber as grandes limitações do betume da Judéia, decidiu prosseguir sozinho nas pesquisas com a prata halógena. Suas experiências consistiam em expor, na câmara escura, placas de cobre recobertas com prata polida e sensibilizadas sobre o vapor de iodo, formando uma capa de iodeto de prata sensível à luz.

Dois anos após a morte de Nièpce, Daguerre descobriu que uma imagem quase invisível, latente, podia revelar-se com o vapor de mercúrio, reduzindo-se assim de horas para minutos o tempo de exposição. Conta a história que uma noite Daguerre guardou uma placa sub-exposta dentro de um armário onde havia um termômetro de mercúrio que se quebrara. Ao amanhecer, abrindo o armário, Daguerre constatou que a placa havia adquirido uma imagem de densidade bastante satisfatória, tornara-se visível. Em todas as áreas atingidas pela luz o mercúrio criava um amálgama de grande brilho, formando as áreas claras da imagem. Após a revelação, agora controlada, Daguerre submetia a placa com a imagem a um banho fixador, para dissolver os halogenetos de prata não revelados, formando as áreas escuras da imagem. Inicialmente foi usado o sal de cozinha, o cloreto de sódio, como elemento fixador, sendo substituído posteriormente por Tiosulfato de sódio (hypo) que garantia maior durabilidade à imagem. Este processo foi batizado com o nome de Daguerreotipia.

Através do amigo Arago, que era então membro da câmara e deputados da França, Daguerre, em 1839, na Academia de Ciências e Belas Artes, descreveu minuciosamente seu processo ao mundo em troca de uma pensão estatal. Mas, dias antes, por intermédio de um agente, Daguerre requereu a patente de seu invento na Inglaterra.

Rapidamente, os grandes centros urbanos da época ficaram repletos de daguerreótipos, a ponto de vários pintores figurativos, como Dellaroche, exclamarem em desespero: "A pintura morreu". Como sabemos, foi nessa efervescência cultural que foi gerado o impressionismo.

Apesar do êxito da daguerreotipia, que se popularizou por mais de vinte anos, sua fragilidade, a dificuldade de se ver a cena devido à reflexão do fundo polido do cobre e a impossibilidade de se fazer várias cópias partindo-se do mesmo original, motivaram novas tentativas com a utilização da fotografia sobre o papel. 
A História da Fotografia:
Hercules Florence - A descoberta isolada da fotografia no Brasil

O francês Hercules Florence, aplicou-se a uma série de invenções durante os 55 anos em que viveu no Brasil até sua morte, na Vila de São Carlos (Campinas).

Em 1830, diante da necessidade de uma oficina impressora, inventou seu próprio meio de impressão, a POLYGRAPHIE, como ele a chamou. Seguindo a meta de um sistema de reprodução, pesquisou a possibilidade de se reproduzir usando a luz do sol e descobriu um processo fotográfico que chamou de PHOTOGRAPHIE, em 1832, como descreveu em seus diários da época, anos antes de Daguerre. Em 1833, Florence fotografou através da câmara escura com uma chapa de vidro e usou um papel sensibilizado para a impressão por contato.

Enfim, totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos europeus Niépce, Daguerre e Talbot, obteve resultados fotográficos.